Thursday, November 22, 2007


ESTA TAÇA È DE ...............................TEM UM NOME FIXE VÃO VER PORQUE É XATO
YYYYYYYYYYYYYYYYYYYAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Taça

ESTU É MUITO FIXE YYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYOOOOOOOOOO TAÇA

Os herios nasionais




Bombeiros, os Verdadeiros Heróis:


Os novos heroina nacionais é a Inês. O herói central do poema é o povo português. É, portanto, um herói colectivo. Aqueles que não serão esquecidos, mas que se imortalizaram em actos heróicos. Ao longo de todo o poema, vai ser contada a História de Portugal, servindo-se da viagem de Vasco da Gama até a Índia.Todos os dias de manhã, bem cedo, milhares de bombeiros no mundo inteiro saem de seus lares, deixam suas famílias, para cumprirem seus deveres.As minhas heroinas é as manhas amigas de Cabo Verde e de Portugal.


OS HEROIS E HEROINAS

Thursday, November 15, 2007

akon

[Chorus]Don't look no father!Baby, I'm back(yeah)Im here to cater to you (any thing that you want me do ill doit)Cause I'll be your lover (ill be your lover)Ill be your best friendTell me what I gotta do (tell me what I gotta do and ill do it)[Baby Bash]Now I'm back in a flashFeelin so blessedBack in your corner, Suga Suga don't stressForget about the rest, let's go insideIm back in your zone, Baby back in your vibeNow I can't be denied I can't lie I'm on yaAnd never ever wanna say sayonaraSome body told me that the grass was greenerOn the other side andale arribaNever really intended on being a cheaterWhat I gotta do to be your keeperThese words comin out the speakerTrill love is off the meter[Chorus][Baby Bash]I was gone for a minute but now I'm homePlease forgive me for being a rolling stonePlease forgive me let me polish it up like chromeGet off the phone tell them squares to leave you aloneLet me spark your interest, now there's no more dating on theinternetCause you already know how I get it wetHow I keep it so saucy and I get respectYou don't have to look no farther, you dealin with the wholeenchiladaYou don't have to look no farther, you hotter then a firestarter[Chorus][Baby Bash]I was gone for a minute, (oooohhh) [repeat 3X]Now I'm back let me hit it (oooohhh) [repeat 4X]

A minha música perferida

A minha música perferida é ff,4taste.pedro khima e boss.


4 Taste - Leva-me assim
Eu não sabia se eras tu
Que me estavas a meter nu
Eu não sabia se querias ser
Como um monstro que me vem comer
6x

Leva-me assim
Quando tu quiseres
eu não vou mudar
Não quero não
Não vou, tu sai ai ai ai ai ai ai ai-
Refrão-
Leva-me para onde eu vou
Para onde eu estou
Para onde eu quero que saibas
Que eu não vou mudar
Eu sou quem eu sou
E eu quero que saias
Tu tentavas ser tudo
Mais o que eu curtia ver
Embebedava-me na ideia de te ter

Mergulhei na tua miragem
Este é o meu ponto de viragem6xLeva-me assim
Quando tu quiseresE eu não vou mudar
Não quero não
Não vou, tu saaaai-
Refrão-Leva-me, leva-me, leva-me, leva-meLeva-me, leva-me, leva-me, leva-me-
ff Sei que falta muita coisa para ver
O mundo inteiro a descobrir
Ninguém me pode impedir
Mil e uma aventuras ou mais
Ser o dono do mundo talvez
Sempre que eu quiser
Pois eu sei
Que querer
É o truque para ter
Tudo o que quero
Para poder ser feliz
Tudo o que querooooo
É o que sempre quis
É poder abraçar o mundo nos meus braços é
Tudo o que queroooo
É o que sempre quis
Tudo o que queroooo
Para poder ser feliz
Mas por enquanto estou por aqui
E sei que há-de chegar
O céu é o limite
E não existe ninguém capaz
Alguém que me consiga parar
Pois eu já decidi
E eu sei que querer é o truque para ter
Tudo o que quero
Para poder ser feliz
Tudo o que querooooo
É o que sempre quis
É poder abraçar o mundo nos meus braços é
Tudo o que queroooo
É o que sempre quis
Tudo o que queroooo
Para poder ser feliz
Olha à tua volta
Vais ver que tens razão
Viver os problemas não é solução
Se querer é poder para quê dizer que não
Quando este é o truque para teeeeeeeeer
Tudo o que quero
Tudo o que queroTudo o que quero
Para poder ser feliz
Tudo o que querooooo
É o que sempre quis
É poder abraçar o mundo nos meus braços é
Tudo o que queroooo
É o que sempre quis
Tudo o que queroooo
Para poder ser feliz
Solta,Pega fogo por dentro,
Espalha o medo, Mas solta…
Faz de mim o inferno,
Solto eterno,
Mas solta o que há em mim.
Traz contigo ar,
Traz o vento que eu não sinto,
E preciso de respirar.
Traz contigo azul,
Traz contigo mar que eu não minto,
E preciso de me inventar.
Queres que faça a luz voltar,
Queres que traga o sol,
Mas não dá, não, não dá.
Queres que deixe o céu entrar,
Que deixe um salto me elevar,
Traz um pouco de ar contigo
E solta o que há em mim.
Traz contigo água,
Traz a chuva que eu já não sinto,
E preciso de me entregar.
Traz contigo cor,Traz esse calor que eu não minto,
E preciso de te alcançar.

A minha mu

Thursday, November 8, 2007

Deus

A apatia é um estado da alma. A apatia é um estado da alma. Um dos muitos, pelos quais passamos nas mudanças de estações da nossa alma. Sendo um dos estados de energia mínima, podemos dizer caso não o contrariemos, o processo natural da sucessão dos acontecimentos diários acabará por nos levar lá, quanto mais não seja, depois de um dia de trabalho extenuante, cansativo, ou de uma tarefa mais exigente, ao fim dos quais sempre gostamos de uma pausa, do merecido "descanso do guerreiro". Nesta pausa, que não só é natural como também necessária, ou adeptos do sofá deliciam-se com uns minutos de 'relaxa'; os fãs da televisão 'desligam' o pensamento crítico, expondo o seu cérebro a toneladas de informação que não vão processar muito conscientemente; outros há que conversam, lêem, praticam desporto, tomam um banho relaxante, entre miríades de outras possibilidades - umas mais saudáveis, outras menos. Mas se o descanso é necessário para recobrar forças, o render da vontade, e a entrega à apatia, é uma escolha que fazemos de forma mais ou menos consciente, e que resulta numa pausa no viver. Num estágio inicial, os tempos em que baixamos os braços, abandonando os desafios do viver, levam-nos a tempos de ócio, ... e o ócio é terreno fértil para muitas ervas daninhas. Há medida que nos distanciamos cada vez mais dos ritmos naturais do nosso organismo e da natureza entregando--nos a um activismo frenético, e que escolhemos as nossas carreiras tendo em vista principalmente a contrapartida monetária e não a inclinação natural do nosso ser, em suma, há medida que r.J entregamos à escravidão do ter e ::■ fazer, cada vez mais ficam J dependentes de elevadas doses z-M adrenalina, cafeína, e outras "-inas 1 para uma funcionamento normal. E ~M ausência das quais, fica um vazio, ia desinteresse generalizado, u~ insensibilidade e uma indiferença aJ acontecimentos, uma falta de interessa ou de desejos. Numa palavra, chegar J à apatia. E aí, estamos desmobilizada desvitalizados, vazios da energia indispensável para contrapor e produto! movimentos. Neste estado, ficamos vulneráveis m interesses e desejos súbitos, que -a deserto em que nos encontramos! parecem mananciais que não podem J desperdiçar. Mesmo que comprometa» muito daquilo que somos... O episódio mais trágico da vida ca David, um dos maiores reis de Israel. J que teve repercussões trágicas na sH família ao longo do restante do se a reinado, começou num tempo em que o habitualmente criativo e enérgica homem "segundo o coração de Deus"I estava "apaticamente ocioso". "No tempo em que os reis saem para -J a guerra, ..." (em 1000 a.C, as guerra paravam durante a época das chuvas! David não lhe apeteceu assumir as su =■ funções. Como rei, mandou alguém! substituí-lo no comando do exército:! enquanto ele ficava talvez a descanso mais um pouco. Esta decisão aparentemente inofensiva, expô-los j alguns riscos inimagináveis para homem com a verticalidade de carácter que havia mostrado até então. Porque nesse dia à tarde, quando se levantou . sesta, ao passear pelo terraço -lembremo-nos que o castelo estava no topo do monte, estando as casas construídas em torno dele pela encosta abaixo - viu uma mulher que estava a tomar banho, no terraço da sua casa. Como não tinha nada para fazer mesmo, assistiu deliciado ao espectáculo até ao fim. E como rei, David tinha a esta altura algumas esposas, e se mais quisesse, mais poderia ter. Devido ao torpor em que o seu espírito crítico se encontrava, nem quando soube que aquela mulher era esposa de Urias, um dos guerreiros mais valentes do seu exército, um homem que prontamente dava a vida por ele, se refreou. Passar do desejo ao acto foi um ápice, e para encobrir o seu acto acabou por provocar a morte 'acidental' de Urias no campo de batalha. Este acontecimento está na base de uma sucessão de catástrofes na sua vida familiar e no seu reinado, que até então era irrepreensível. Um dos filhos de David, abusa de uma meia irmã, o que acaba por lhe custar a vida - o irmão dela vingou-se da afronta. Esse mesmo filho foi inclinando o coração do povo a si ao longo de anos, culminando a sua acção num assalto ao poder, tendo David que fugir para não ser morto. Essa revolta acabou por conduzir à morte de seu filho, e David reassumiu então o trono. Recapitulando, a apatia e o ócio a que esta tantas vezes conduz custaram muito caro a David: o seu carácter publicamente irrepreensível foi manchado, a harmonia da sua família quebrada, a estabilidade de seu reino abalada, perdeu dois filhos e a sua vida esteve por um fio. E a nós, o que nos faz a apatia? Será que não nos deixa disponíveis e predispostos para reflexões pouco saudáveis, onde questionamos o que não deve ser questionado? Sim, porque apesar de ser um adepto da dúvida (não a céptica, do duvidar por duvidar), pois é um motor para novas descobertas, a dúvida misturada com a melancolia que caracteriza a apatia, produz maioritariamente um cocktail depressivo. E há melhores alturas e melhores estados de espírito para questionar os pilares da nossa existência! ... Quando estamos com a cabeça em ordem, por exemplo... Será que a apatia não nos conduz também a decisões e a acções precipitadas? Diminuindo a nossa capacidade de pensar criticamente e adormecidos os reflexos, tornamo-nos descuidados... Por exemplo, conduzir apaticamente, pode redundar facilmente num acidente. Ver televisão ou cinema apaticamente, deixa a sua marca e mais tarde damos connosco a tomar decisões com base em necessidades (por exemplo, o consumismo) que foram produzidas em nós. Esta é mesmo a razão pela qual as mensagens subliminares começam a ser sujeitas a legislação, por atentarem contra a liberdade da pessoa. E será que não andam muitos David por aí, que por se precipitarem num momento de apatia e ócio, tentam remediar os erros com outros erros, criando uma bola de neve que só pára quando acaba com eles, destruindo tudo o que mais precioso há nas nossas vidas? Para encerrar a reflexão, podemos recorrer a uma frase de Arnold Tonybee, historiador britânico do século XIX: "A apatia é o penúltimo estágio da decadência", pois quando pessoas ou sociedades deixam de se importar e se resignam, começa uma lenta mas infalível trajectória rumo à degradação. Contra a apatia, paixão, produtividade - agir em vez de reagir, e equilíbrio -todos os excessos cansam. Autor do Artigo; Álvaro Ladeira

peixe


Ingredientes
3 postas de bacalhau 900 g de batatas 3 dentes de alho Azeite 1 ramo de salsa Sal e pimenta

Bacalhau assado nas brasas
Cozem-se as batatas com a casca e assa-se nas brasas o bacalhau previamente demolhado. À parte, põe-se ao lume uma panela com azeite e os dentes de alho esmagados, até ferver. Tiram-se os dentes de alho fritos e, no azeite, mete-se o bacalhau e as batatas cortadas ao meio, depois de se lhe retirar a pele. Agita-se a apnela, para as batatas ficarem untadas. Serve-se polvilhado com sal, pimenta e salsa picada.



Ingredientes
1 kg de trutas200 g de presunto com gordura
Para o escabeche:2 dl de vinagre2 cebolas1 malaguetaSal e pimenta branca

Trutas de escabeche
Preparam-se as trutas, lavam-se, cortam-se às postas e temperam-se com o sal, a pimenta e a malagueta picada.Fritam-se em azeite quente e ao mesmo tempo frita-se também o presunto cortado aos cubos. Quando fritas, colocam-se numa travessa com o presunto.Muda-se o azeite e voltam ao lume num tacho com as cebolas cortadas às rodelas grossas.Quando a cebola estiver loura, adiciona-se o vinagre, rega-se o peixe com a mistura e, passados dois dias, serve-se frio.Acompanha-se com batatas cozidas.



Ingredientes
400 g de bacalhau3,5 dl de leite2,5 dl de azeite2 cebolas2 colheres (sopa) de vinagre 1 gema de ovo250 g de miolo de pãoSal e pimenta




peixe

O Hugo

O Hugo é fixe e ajudamos quando nós peresesemos brinca com nosco e eeeeeeeeeeeesssssssssssssspppppppppeeeeeeeeeeeerrrrrrrrrrrrrruuuuuuuuuuuuuu qqqqqqqqqqquuuuuuuueeeeeee HHHHHHHHuuuuuuuggggggggggoooooooooo ffffffffffffiiiiiiiiiiiicccccccccceeeeeeeeeeeeee fffffffffeeeeeeeelllllllllllllllllllllllllllliiiiiiiiiiiiiiissssssssss pppppppaaaaarrrrraaaaaaa ssssseeeeeeemmmmmmmmmmmmmmmmmmmpppppeeerrrrrrrrrr!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

O Hugo

arroz doce


Engeriendes

500 g de arroz
500g de açúcar
5 gemas
Casca de 1 limão
Sal, manteiga e canela q.b.

Confecção:
Leve ao lume água (triplo da porção de arroz) adicione a casca de limão, a manteiga e o sal. Quando ferver junte o arroz e, logo que retome a fervura, reduza o lume, mexendo de vez em quando até o arroz cozer,. Junte, então o açúcar e deixe ferver durante 5 minutos e retire do lume. Incorpore as gemas, misturando-as primeiro à parte com um pouco de arroz quente, para que elas não talhem ao serem introduzidas directamente no tacho. Leve novamente ao lume, durante 5 minutos, sem deixar ferver. Deite o arroz numa travessa e polvilhe com canela procurando fazer flores, barquinhos, etc.

A minha comida perferida


A minha comida perferida é pizza,bife,expargete.Encrediantes:

5 chávenas de farinha 1 ovo 1 chávena de azeite 2 chávenas de água sal recheio 1 cebola média azeite óleo tomate pimentão queijo fiambre salsa e azeitonas.


Preparação:
Misture a farinha com o ovo. Junte uma chávena de azeite e duas de água. Tempere com sal e deixe repousar durante uma hora. Enquanto isso, faça um refogado com uma cebola média, azeite e óleo. Deite o tomate cortado aos bocadinhos e deixe cozinhar.
Depois de tudo pronto, tenda a massa e forre um tabuleiro. De seguida, alterne uma camada de refogado com uma de queijo e fiambre até acabarem os ingredientes, sendo a última de queijo e fiambre. Coloque os pimentões, a salsa e as azeitonas e espalhe colheres de chá de polpa de tomate.
Polvilhe com orégãos e leve a cozer durante 20 minutos em forno bem quente.